Prof. Edson
Para os 9ºA, B e C, atividade 3 no Blog e atividade 1 do retorno às aulas do dia 27/04/2020.
Recomendações do professor Edson:
- Lembre: leia antes tudo para encontrar palavras que não compreenda e faça um glossário, consultando o dicionário, sobre o significado delas;
- Se o gênero é Jornalístico (ou Notícia), como aprendemos em classe, faça primeiro a identificação dos elementos da notícia: 3Q+C+O+PQ, traduzindo, Quem? O quê? Quando? Onde? Como? Por quê?);
- Lembram quando transformamos a primeira quadra do Hino Nacional para notícia, pois bem, aprendam a olhar o que de fato o texto está querendo dizer, não o que ele aparenta. Exemplo, o Ipiranga no hino era um rio; e o sol da liberdade naquele instante significava 6 horas da manhã.
- Leiam, façam compreensão do texto e só depois respondam.
Informa-se para conhecer
Página 188 do livro
Você já tentou imaginar como era o mundo sem internet, celular e computador? Parece meio estranho, mas até pouco tempo as pessoas não contavam com todos esses recursos. Por isso, torna-se cada vez mais relevante refletir sobre a tecnologia e aprender a usá-la a nosso favor e de nossa comunidade sem prejudicar as pessoas.
1. Como você pode usar as informações recebidas nas redes sociais ou mensagens instantâneas a seu favor e sem prejudicar outras pessoas?
2. Você acredita em tudo que recebe em redes sociais ou aplicativos de mensagens instantâneas? Comente.
3. Como você checa se a informação é verdadeira ou não? Comente.
4. O que costuma ler ou compartilhar? Comente.
5. Leia a charge a seguir:
a) O que você vê na imagem? O que poderiam ser os Dispositivos Anônimos? Explique.
b) O que pode provocar humor nesta charge?
c) Além do humor, que crítica social é feita na charge?
d) Que figura da linguagem o cartunista usa nessa charge para produzir os sentidos de humor a crítica?
e) Você concorda com a crítica feita por ele? Explique-se.
6. De que forma todos esses dispositivos da charge podem ser usados para as pessoas se informarem e fazerem escolhas conscientes? Explique e dê exemplos.
Texto 1 – Notícia
Alguns sociólogos modernos afirmam que estamos vivendo a era da pós-verdade, na qual as pessoas atribuem mais importância às notícias falsas ou não fundamentadas, especialmente aquelas de forte apelo emocional ou relacionadas a crenças pessoais, do que à verdade objetiva.
1. Você já compartilhou fake news? Em caso afirmativo, conte essa experiência em poucas palavras.
2. Como você sabe se tratar de fake news quando recebe alguma notícia por rede social ou mensagem instantânea? Explique.
3. Em sua opinião, é possível aprender usando fake news? Explique.
4. Pelo título do texto a seguir, quais informações você imagina que vai encontrar nele?
Professor usa fake News para ensinar ciência na escola
Por Paula Adamo Idoeta, BBC Brasil
Alvo de debate ao redor do mundo por seu possível impacto na democracia, as fake news - notícias inventadas geralmente com o objetivo de viralizar na internet e influenciar consumidores e eleitores - têm sido usadas em uma escola particular do interior paulista para ensinar pensamento crítico e pesquisa científica.
A iniciativa é do professor de ciências Estêvão Zilioli, de Ourinhos (a 360 km de São Paulo), que desenvolveu um curso semanal voluntário no contra turno para alunos do ensino médio. Os próprios estudantes buscam as notícias de cunho duvidoso para análise em sala de aula.
A ideia é que eles próprios se perguntem: essa notícia tem fontes e dados confiáveis? Merece ser acreditada - e compartilhada?
"Eles trazem as notícias das quais ficam desconfiados. Começamos com notícias de ciências e saúde, mas os alunos se interessaram também por notícias de entretenimento e política, por estarmos em um ano eleitoral", conta Zilioli à BBC Brasil.
"O método de checagem é o mesmo para todas: buscar informações de fontes confiáveis. Estou falando de método científico, de busca de informações seguras que possam ser demonstradas, até para eles entenderem que não é simples provar as coisas."
A aula se centra em discutir as notícias e em encontrar formas de checar as informações online - buscando as fontes originais dos fatos ou pesquisando em artigos acadêmicos, periódicos científicos, IBGE e sites de tribunais eleitorais, por exemplo.
Entre as notícias já analisadas, estão:
- Uma de que frutas ingeridas em jejum curam câncer, que os alunos perceberam que não tinha fontes seguras para garantir a afirmação do título;
- A de uma mãe que teria aplicado Botox na filha pequena (os jovens foram atrás das imagens da mãe, que é participante de um reality show nos EUA, e estão tentando tirar suas próprias conclusões pelos vídeos);
- Uma do cientista Stephen Hawking, morto em março, falando sobre vida extraterrestre (os alunos descobriram que a notícia em si não era falsa, mas tinha um título exagerado);
- Uma de que o juiz Sergio Moro seria orador em cerimônia de universidade americana, a qual, apesar de ter algumas informações verdadeiras, trazia declarações falsamente atribuídas a um pesquisador da instituição;
- Uma sobre terraplanismo, difícil de ser analisada justamente por colocar em xeque premissas científicas.
As nuances das notícias têm sido úteis para os alunos entenderem a categorizá-las, diz Zilioli. "Vimos que há notícias falsas, mas também as que são baseadas em fatos verdadeiros, porém com títulos exagerados ou sensacionalistas", explica o professor, notando uma mudança no comportamento dos estudantes.
"Eles já estão mais treinados a ver o que é falso ou não do que recebem do grupo da família (no WhatsApp) e pensam duas vezes antes de acreditar. Antes, se uma matéria era compartilhada muitas vezes, eles achavam que necessariamente era real. Agora, estão percebendo que esse critério numérico não vale. E mesmo que eles percebam logo de cara que a notícia é fake, têm de confirmar isso com a metodologia."
A ideia fez o professor ser selecionado para o projeto Inovadores, do Google, que o ajudou a idealizar um site - batizado pelos alunos de Ourinhos de HoaxBusters, ou Caça-boatos -, que terá uma espécie de "termômetro" para identificar o quanto cada notícia analisada tem de veracidade.
As aulas vêm ajudando a estudante Giovana Domiciano Sanches, 16, a identificar notícias falsas que circulam nos grupos virtuais nas e redes sociais.
"Algumas são notícias velhas - quando vamos checar as datas e horários, vemos que tem gente que posta links de 2013, por exemplo", conta Giovana à BBC Brasil.
"Pensando em como o mundo avançou, com os meios de comunicação e a eleição do (presidente americano Donald) Trump, é importante para a gente saber como verificar as informações e compartilhar só depois de ver o conteúdo na íntegra, não só pelas chamadas."
Por Dentro do Texto
1. Volte à notícia e releia os dois parágrafos iniciais. Depois, responda as questões.
a) Que fato é noticiado?
b) Onde e quando ocorreu?
c) Como e por que aconteceu?
d) Você considera esta iniciativa relevante? Por quê?
2. Releia este trecho da notícia:
"Eles trazem as notícias das quais ficam desconfiados. Começamos com notícias de ciências e saúde, mas os alunos se interessaram também por notícias de entretenimento e política, por estarmos em um ano eleitoral", conta Zilioli à BBC Brasil.
a) Como os alunos do professor Estevão fazem a checagem dessas informações trazidas para a aula? Você já fez esse procedimento? Comente.
b) Segundo o professor, em quais fonte os alunos precisam checar as informações? Você já usou essas fontes para pesquisa? Comente.
c) Que outras fontes, além das citadas no texto, podem ser pesquisadas para checar a veracidade da notícia? Pesquise na internet, se precisar.
3. Leia as informações do quadro e responda às questões:
Fake News é o nome dado ao fenômeno da disseminação de notícias falsas nas redes sociais ou por mensagens instantâneas. Essas notícias falsas podem ser dos seguintes tipos:
- Conteúdo criminosamente fabricado, ou seja, 100% falso, para enganar o leitor.
- Sátira ou paródia descontextualizada e apresentada como se fosse notícia verdadeira.
- Conteúdo manipulado, com notícias e imagens diferentes do ocorrido.
- Contexto falso, imagens e fatos descontextualizados para levar o leitor a acreditar em uma situação diferente da que ocorreu.
- Conteúdo enganoso, com uso de dados reais, mas interpretação falsa ou exagerada.
- Conexão falsa, com uso de fotos, títulos ou legendas sem conexão com o conteúdo.
a) Quais notícias analisadas pelos alunos do colégio Ourinhos podem se enquadrar em conteúdo enganoso? Explique.
b) Em qual das notícias analisadas pelos alunos pode ter ocorrido conexão falsa? Explique.
c) Qual das notícias pode ter disseminado conteúdo manipulado? Explique.
d) Em sua opinião, por que muitas vezes pode ser difícil identificar uma fake news? Explique.
e) Segundo o professor Zilioli, a quantidade de compartilhamento não prova que uma notícia é verdadeira. Você concorda com ele? Explique.
d) Em sua opinião, por que muitas vezes pode ser difícil identificar uma fake news? Explique.
e) Segundo o professor Zilioli, a quantidade de compartilhamento não prova que uma notícia é verdadeira. Você concorda com ele? Explique.
4. Releia o depoimento da estudantes Giovana e responda às questões a seguir:
"Pensando em como o mundo avançou, com os meios de comunicação e a eleição do (presidente americano Donald) Trump, é importante para a gente saber como verificar as informações e compartilhar só depois de ver o conteúdo na íntegra, não só pelas chamadas."
a) Que acontecimento a estudante atribui à disseminação de fake News? Em sua opinião, que outros acontecimentos no Brasil e no mundo podem ter sofrido grande influência de notícias falsas? Explique.
b) Em suas redes sociais ou grupos de aplicativo de mensagem instantânea, é comum as pessoas compartilharem conteúdo só pela chamada? Comente.
c) Você acha que as pessoas, de modo geral, sabem quais são as consequências de compartilhar notícias falsas? Explique.
d) Você concorda ou discorda da opinião apresentada pela estudante Giovana? Explique.
5. O que o professor Estevão conquistou com a ideia de criar esse curso no colégio onde trabalha? Qual é a relevância dessa iniciativa para a sociedade? Comente. (Próxima lição, Linguagem de Texto, página 188 em diante)
Para os 9ºA, B e C, atividade 3 no Blog e atividade 1 do retorno às aulas do dia 27/04/2020.
Recomendações do professor Edson:
- Lembre: leia antes tudo para encontrar palavras que não compreenda e faça um glossário, consultando o dicionário, sobre o significado delas;
- Se o gênero é Jornalístico (ou Notícia), como aprendemos em classe, faça primeiro a identificação dos elementos da notícia: 3Q+C+O+PQ, traduzindo, Quem? O quê? Quando? Onde? Como? Por quê?);
- Lembram quando transformamos a primeira quadra do Hino Nacional para notícia, pois bem, aprendam a olhar o que de fato o texto está querendo dizer, não o que ele aparenta. Exemplo, o Ipiranga no hino era um rio; e o sol da liberdade naquele instante significava 6 horas da manhã.
- Leiam, façam compreensão do texto e só depois respondam.
Informa-se para conhecer
Página 188 do livro
Você já tentou imaginar como era o mundo sem internet, celular e computador? Parece meio estranho, mas até pouco tempo as pessoas não contavam com todos esses recursos. Por isso, torna-se cada vez mais relevante refletir sobre a tecnologia e aprender a usá-la a nosso favor e de nossa comunidade sem prejudicar as pessoas.
1. Como você pode usar as informações recebidas nas redes sociais ou mensagens instantâneas a seu favor e sem prejudicar outras pessoas?
2. Você acredita em tudo que recebe em redes sociais ou aplicativos de mensagens instantâneas? Comente.
3. Como você checa se a informação é verdadeira ou não? Comente.
4. O que costuma ler ou compartilhar? Comente.
5. Leia a charge a seguir:
a) O que você vê na imagem? O que poderiam ser os Dispositivos Anônimos? Explique.
b) O que pode provocar humor nesta charge?
c) Além do humor, que crítica social é feita na charge?
d) Que figura da linguagem o cartunista usa nessa charge para produzir os sentidos de humor a crítica?
e) Você concorda com a crítica feita por ele? Explique-se.
6. De que forma todos esses dispositivos da charge podem ser usados para as pessoas se informarem e fazerem escolhas conscientes? Explique e dê exemplos.
Texto 1 – Notícia
Alguns sociólogos modernos afirmam que estamos vivendo a era da pós-verdade, na qual as pessoas atribuem mais importância às notícias falsas ou não fundamentadas, especialmente aquelas de forte apelo emocional ou relacionadas a crenças pessoais, do que à verdade objetiva.
1. Você já compartilhou fake news? Em caso afirmativo, conte essa experiência em poucas palavras.
2. Como você sabe se tratar de fake news quando recebe alguma notícia por rede social ou mensagem instantânea? Explique.
3. Em sua opinião, é possível aprender usando fake news? Explique.
4. Pelo título do texto a seguir, quais informações você imagina que vai encontrar nele?
Professor usa fake News para ensinar ciência na escola
Por Paula Adamo Idoeta, BBC Brasil
Alvo de debate ao redor do mundo por seu possível impacto na democracia, as fake news - notícias inventadas geralmente com o objetivo de viralizar na internet e influenciar consumidores e eleitores - têm sido usadas em uma escola particular do interior paulista para ensinar pensamento crítico e pesquisa científica.
A iniciativa é do professor de ciências Estêvão Zilioli, de Ourinhos (a 360 km de São Paulo), que desenvolveu um curso semanal voluntário no contra turno para alunos do ensino médio. Os próprios estudantes buscam as notícias de cunho duvidoso para análise em sala de aula.
A ideia é que eles próprios se perguntem: essa notícia tem fontes e dados confiáveis? Merece ser acreditada - e compartilhada?
"Eles trazem as notícias das quais ficam desconfiados. Começamos com notícias de ciências e saúde, mas os alunos se interessaram também por notícias de entretenimento e política, por estarmos em um ano eleitoral", conta Zilioli à BBC Brasil.
"O método de checagem é o mesmo para todas: buscar informações de fontes confiáveis. Estou falando de método científico, de busca de informações seguras que possam ser demonstradas, até para eles entenderem que não é simples provar as coisas."
A aula se centra em discutir as notícias e em encontrar formas de checar as informações online - buscando as fontes originais dos fatos ou pesquisando em artigos acadêmicos, periódicos científicos, IBGE e sites de tribunais eleitorais, por exemplo.
Entre as notícias já analisadas, estão:
- Uma de que frutas ingeridas em jejum curam câncer, que os alunos perceberam que não tinha fontes seguras para garantir a afirmação do título;
- A de uma mãe que teria aplicado Botox na filha pequena (os jovens foram atrás das imagens da mãe, que é participante de um reality show nos EUA, e estão tentando tirar suas próprias conclusões pelos vídeos);
- Uma do cientista Stephen Hawking, morto em março, falando sobre vida extraterrestre (os alunos descobriram que a notícia em si não era falsa, mas tinha um título exagerado);
- Uma de que o juiz Sergio Moro seria orador em cerimônia de universidade americana, a qual, apesar de ter algumas informações verdadeiras, trazia declarações falsamente atribuídas a um pesquisador da instituição;
- Uma sobre terraplanismo, difícil de ser analisada justamente por colocar em xeque premissas científicas.
As nuances das notícias têm sido úteis para os alunos entenderem a categorizá-las, diz Zilioli. "Vimos que há notícias falsas, mas também as que são baseadas em fatos verdadeiros, porém com títulos exagerados ou sensacionalistas", explica o professor, notando uma mudança no comportamento dos estudantes.
"Eles já estão mais treinados a ver o que é falso ou não do que recebem do grupo da família (no WhatsApp) e pensam duas vezes antes de acreditar. Antes, se uma matéria era compartilhada muitas vezes, eles achavam que necessariamente era real. Agora, estão percebendo que esse critério numérico não vale. E mesmo que eles percebam logo de cara que a notícia é fake, têm de confirmar isso com a metodologia."
A ideia fez o professor ser selecionado para o projeto Inovadores, do Google, que o ajudou a idealizar um site - batizado pelos alunos de Ourinhos de HoaxBusters, ou Caça-boatos -, que terá uma espécie de "termômetro" para identificar o quanto cada notícia analisada tem de veracidade.
As aulas vêm ajudando a estudante Giovana Domiciano Sanches, 16, a identificar notícias falsas que circulam nos grupos virtuais nas e redes sociais.
"Algumas são notícias velhas - quando vamos checar as datas e horários, vemos que tem gente que posta links de 2013, por exemplo", conta Giovana à BBC Brasil.
"Pensando em como o mundo avançou, com os meios de comunicação e a eleição do (presidente americano Donald) Trump, é importante para a gente saber como verificar as informações e compartilhar só depois de ver o conteúdo na íntegra, não só pelas chamadas."
Por Dentro do Texto
1. Volte à notícia e releia os dois parágrafos iniciais. Depois, responda as questões.
a) Que fato é noticiado?
b) Onde e quando ocorreu?
c) Como e por que aconteceu?
d) Você considera esta iniciativa relevante? Por quê?
2. Releia este trecho da notícia:
"Eles trazem as notícias das quais ficam desconfiados. Começamos com notícias de ciências e saúde, mas os alunos se interessaram também por notícias de entretenimento e política, por estarmos em um ano eleitoral", conta Zilioli à BBC Brasil.
a) Como os alunos do professor Estevão fazem a checagem dessas informações trazidas para a aula? Você já fez esse procedimento? Comente.
b) Segundo o professor, em quais fonte os alunos precisam checar as informações? Você já usou essas fontes para pesquisa? Comente.
c) Que outras fontes, além das citadas no texto, podem ser pesquisadas para checar a veracidade da notícia? Pesquise na internet, se precisar.
3. Leia as informações do quadro e responda às questões:
Fake News é o nome dado ao fenômeno da disseminação de notícias falsas nas redes sociais ou por mensagens instantâneas. Essas notícias falsas podem ser dos seguintes tipos:
- Conteúdo criminosamente fabricado, ou seja, 100% falso, para enganar o leitor.
- Sátira ou paródia descontextualizada e apresentada como se fosse notícia verdadeira.
- Conteúdo manipulado, com notícias e imagens diferentes do ocorrido.
- Contexto falso, imagens e fatos descontextualizados para levar o leitor a acreditar em uma situação diferente da que ocorreu.
- Conteúdo enganoso, com uso de dados reais, mas interpretação falsa ou exagerada.
- Conexão falsa, com uso de fotos, títulos ou legendas sem conexão com o conteúdo.
a) Quais notícias analisadas pelos alunos do colégio Ourinhos podem se enquadrar em conteúdo enganoso? Explique.
b) Em qual das notícias analisadas pelos alunos pode ter ocorrido conexão falsa? Explique.
c) Qual das notícias pode ter disseminado conteúdo manipulado? Explique.
d) Em sua opinião, por que muitas vezes pode ser difícil identificar uma fake news? Explique.
e) Segundo o professor Zilioli, a quantidade de compartilhamento não prova que uma notícia é verdadeira. Você concorda com ele? Explique.
d) Em sua opinião, por que muitas vezes pode ser difícil identificar uma fake news? Explique.
e) Segundo o professor Zilioli, a quantidade de compartilhamento não prova que uma notícia é verdadeira. Você concorda com ele? Explique.
4. Releia o depoimento da estudantes Giovana e responda às questões a seguir:
"Pensando em como o mundo avançou, com os meios de comunicação e a eleição do (presidente americano Donald) Trump, é importante para a gente saber como verificar as informações e compartilhar só depois de ver o conteúdo na íntegra, não só pelas chamadas."
a) Que acontecimento a estudante atribui à disseminação de fake News? Em sua opinião, que outros acontecimentos no Brasil e no mundo podem ter sofrido grande influência de notícias falsas? Explique.
b) Em suas redes sociais ou grupos de aplicativo de mensagem instantânea, é comum as pessoas compartilharem conteúdo só pela chamada? Comente.
c) Você acha que as pessoas, de modo geral, sabem quais são as consequências de compartilhar notícias falsas? Explique.
d) Você concorda ou discorda da opinião apresentada pela estudante Giovana? Explique.
5. O que o professor Estevão conquistou com a ideia de criar esse curso no colégio onde trabalha? Qual é a relevância dessa iniciativa para a sociedade? Comente. (Próxima lição, Linguagem de Texto, página 188 em diante)


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